segunda-feira, 21 de março de 2011

Crise de abstinência

Ah, moço
Que vontade de tocar-te o rosto
Te apertar o corpo
Ainda sinto teu toque em mim
E ao recordar-me dos teus olhos
Um frio gela-me a barriga

Você até parece algo ilícito
Forte, proibido
Que vicia quase que instantaneamente
Não pensar em você é impossível
Me dói a cabeça
Surdam-me os ouvidos
Estar longe de você é tortura
Crise de abstinência.
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............................... Ana Beise

2 Comentário(s) confuso(s):

Anônimo disse...

Que lindo blog, Ana!

Pergunta que não quer calar:
- É por esse moço que o teu poema lamenta não ser concreto?

Abraço
Scyla

AWFImóveis disse...

Ana,
Sem ser curiosa
Apenas indecorosa:
que crise horrorosa!!!
Bjos